Terra Boa

31º DTC: Todos os santos/as... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

03.11.18 | 04:53. Archivado en Liturgia

"Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5,12)

No dia em que a Igreja faz memória de todos os Santos e Santas, a liturgia escolhe sabiamente o evangelho das Bem-aventuranças; projeto de realização e de felicidade sem limites. É um programa de vida para alcançar a beatitude, a vida ditosa e bem-aventurada... Felizes! A primeira coisa que Jesus deseja é que sejamos felizes...

Jesus não faz referência às práticas religiosas, rituais ou doutrinas, mas à vida e vida plena centrando-se nos outros, e colocando-os acima dos próprios interesses.

“Bem-aventurança”, em hebraico, quer dizer “em marcha”; infelicidade é estar imobilizado, parado sobre a própria imagem, memórias ou sofrimentos... Por isso a bem-aventurança consiste em dar um passo a mais a partir do lugar onde estamos. Cada uma das bem-aventuranças é um convite para caminhar.

Jesus nos convida a nos colocar em movimento, e sair de nossa paralisia e fixação; colocarmos em marcha através de nossa sede e fome de justiça, dos lutos que temos de superar e das oposições que temos de enfrentar... A vida é movimento e as bem-aventuranças possibilitam a passagem de uma vida suportada para uma vida plenamente assumida.

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03/NOV: BEATIFICAÇÃO DE MADRE CLÉLIA MERLONI...

03.11.18 | 04:46. Archivado en Liturgia

No dia 03/NOV, na Basílica de São João de Latrão, em Roma, Beatificação de Madre Clélia Merloni, a Apóstola do Amor.

Em 1988 abriu-se a causa de beatificação de Madre Clélia Merloni. O milagre que passou por minuciosa análise foi assim:
O médico brasileiro Dr. Pedro Ângelo de Oliveira Filho foi, repentinamente, atingido por uma progressiva paralisia dos quatro membros e foi hospitalizado, com urgência, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. O diagnóstico foi de paralisia ascendente progressiva, chamada síndrome de Landry ou GuillainBarré. Em dias, a paralisia piorou para insuficiência respiratória aguda e atingindo a glote, causando grande dificuldade em engolir. Os médicos suspenderam os tratamentos e informaram que seria a última noite do paciente.

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Dia 2/NOV: FINADOS... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

02.11.18 | 13:45. Archivado en Liturgia

Somos filhos da Luz; criaturas procedentes das entranhas d’Aquele que é Plenitude e Presença. Filhos e filhas de Deus, daí o nosso desejo de eternidade. Na Eternidade não há passado nem futuro, só Presente.

Ao nascer, começamos a existir, mas já estávamos na mente e no coração de Deus; existir é ser no tempo. Ao morrer, deixamos de existir, mas não deixamos de ser; somos “aspirados” para dentro do coração oceânico de Deus Pai/Mãe.

Isso celebramos cada 2 de novembro: a vida ressuscitada dos que adormeceram em Deus. No “Dia de Finados” re-cordamos (visitamos de novo com o coração), na oração e no afeto, os que amamos e deixaram este mundo. Apesar de sua ausência física, pela fé sabemos que a morte não tem nunca a última palavra. De fato, a morte é a passagem para a Vida sem fim, pois nosso Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, porque para Deus, todos vivem.

A experiência cristã da morte parte de uma revelação básica: Deus não quer a morte, mas a vida e a vida plena para toda pessoa humana.“Tu perdoas a todos, porque são teus, Senhor, amigo da vida” (Sb 11,26). Somos convidados à confiança em Deus, renunciando toda pretensão de querer controlar nossa existência; somos movidos a reconhecer que os momentos cruciais de nossa vida foram “dom de Deus”, mais que planificada construção nossa. Morrer é o processo pelo qual nos “reintegramos” na Vida que sempre fomos.

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Um antepassado meu padre: José Fernández Cigoña...

01.11.18 | 04:29. Archivado en Atualidade

Eu queria ser visto e lido pela história...
Um sobrinho, Salvador F. de la Cigoña Fraga, me enviou um e-mail dizendo: tio, você não é o único sacerdote da família, e anexava uma fotocópia do jornal El Católico. Periódico religioso y monárquico, de Madri, com data de 9/MAR/1853, ano XIV, n° 4250...

Que grande alegria! Lá, saindo do nevoeiro da história, estava o meu antepassado e xará José Fernández Cigoña, sendo destinado pelo bispo ao curato (pequeno povoado pastoreado por um padre), de Santa Maria de Andallón, município de Las Regueras (lugar de rios e regatos, e entre eles o Andallón, afluente do Nalón...), na antiga diocese de Oviedo/Espanha.

O Município de Las Regueras, nos idos de 1853, tempos da Regente Rainha Isabel II, contava apenas com 4.000 habitantes, distribuídos em diversos "curatos", entre eles o de Santa Maria de Andallón. Seus habitantes se dedicavam à pequena agropecuária familiar. Para um povoado simples, um simples padre!

O referido jornal de 1853, depois de falar de uma política nacional liberal e pouco respeitosa dos valores religiosos, dá algumas notícias sobre a vida católica: morte de um sacerdote, entrada de 5 jovens para a vida religiosa, roubo de objetos sacros numa igreja, visita do cardeal de Toledo a um hospital e por fim as nomeações a partir de uma terna apresentada pela Câmara Eclesiástica Diocesana, e entre elas a do meu digno antepassado, padre diocesano, José Fernández Cigoña... Quem foram seus pais? Seus irmãos e irmãs?... Isso ainda não o sabemos, mas lembro que naquela época os Fernández de la Cigoña, naturais de Avilés (Paróquia de são Nicolás de Bari), pertenciam naturalmente à diocese de Oviedo.

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30º DTC: TECENDO OLHARES... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

27.10.18 | 04:26. Archivado en Liturgia

Detenhamo-nos em alguns detalhes que o evangelista Marcos deixa transparecer no evangelho deste domingo. O cego Bartimeu é o símbolo da marginalização: está fora do caminho, parado, percebendo como os outros vão passando, dependendo de suas esmolas, à beira do caminho, à mercê da indiferença dos viandantes; um ser humano de quem ninguém queria se aproximar porque era tido também como impuro; um cego sem companhia.

Bartimeu não ficou resignado com sua situação; daí o grito quando percebe que Jesus passa por perto. Não tem outro meio de chamar a atenção de Jesus, senão gritando. Muitas pessoas próximas se irritam e mandam calar a boca, mas ele grita mais alto.

Jesus é aquele que ouve, para e chama o cego interrompendo bruscamente a sua caminhada apressada

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Éxodo Hondureño hacia el Norte del Continente... (Cias México)

26.10.18 | 04:03. Archivado en Atualidade


Como Centro de Investigación y Acción Social “Jesuitas por la paz”, nos pronunciamos por el derecho a la movilidad social sin fronteras de los hermanos centroamericanos, en especial del pueblo de Honduras, y animamos a mostrar la hospitalidad que como mexicanos siempre nos ha caracterizado. Reconocemos que las causas de esta migración tienen que ver con la violencia, el desempleo y la corrupción que vive dicho país desde hace décadas.

Se trata de una situación sin precedentes en nuestro continente, que muestra el fracaso de un modelo económico importado desde las élites económicas, inspirado en el liberalismo que ha llevado a una desigualdad social en América cada vez más insoportable. Hoy las partes olvidadas deciden buscar el amparo de las partes concentradoras de la riqueza en su legítimo derecho de una vida humana.

Este acontecimiento migratorio de escala bíblica, muestra que es imposible desarrollar una parte del cuerpo descuidando a la otra, priorizando una región y olvidando otra. Así, tarde o temprano, las partes olvidadas se rebelarán para acceder a los recursos deseados y de los que han sido privados. Todos los pueblos están conectados, lo que pasa en un punto afecta a otro.

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29º DTC: IGREJA, comunidade de servidores... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

21.10.18 | 04:38. Archivado en Liturgia

Jesus caminha para Jerusalém, e vai revelando as consequências de sua entrega em favor dos últimos e excluídos. Todo aquele que investe sua vida a serviço dos pobres foi tocado pelo Espírito Santo.

Marcos anuncia três vezes a Paixão de Jesus, e revela o preço da fidelidade ao Reino de Vida. Ao descrever, depois de cada anúncio, a resistência e a incompreensão dos discípulos, está nos advertindo sobre a dificuldade do seguimento. No primeiro anúncio, Pedro quer desviar Jesus do caminho que o levará à Cruz e à morte; no segundo, os discípulos discutem sobre quem será o maior entre eles. Hoje, no terceiro anúncio da Paixão, dois irmãos, Tiago e João, pretendem buscar os melhores lugares no Reino. O Mestre e seus seguidores não estão na mesma onda.

Com razão, os outros dez se indignaram provavelmente por se encontrar na mesma dinâmica. Tentavam manipular o projeto de Deus em próprio proveito. Jesus desmascara a trama oculta da busca do poder:“Sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam”. Desejam caminhar com Jesus, mas carregam também no coração outros anseios. Jesus convida todos ao serviço e à solidariedade. O Deus que Ele nos revelou é o Deus que se faz presente naqueles que não tem voz nem vez.

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Cisma na Igreja Ortodoxa...

18.10.18 | 04:30. Archivado en Religião

Aconteceu o que já se previa. O Patriarca Bartolomeu de Constantinopla concedeu a autocefalia (independência de Moscou) à Igreja ortodoxa ucraniana. É um direito que as Igrejas ortodoxas têm, e que após a invasão e apropriação russa da Crimeia e do Leste da Ucrânia depender `religiosamente´ de Moscou parecia uma traição nacional e uma infâmia religiosa.

O Patriarcado de Moscou ficou furioso com esta decisão do Patriarca de Constantinopla e rompeu a comunhão fraterna com Bartolomeu.

Pelo contrário, o Presidente da Ucrânia Poroshenko pulou de alegria, e viu nisso uma autodeterminação também política do seu país em relação à Rússia: Foi uma vitória do bem sobre o mal!

O Patriarcado de Moscou, do qual até agora dependia a igreja de Ucrânia, não reconhecerá essa nova autocefalia,

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28º DTC: O SABOR DE ETERNIDADE... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

13.10.18 | 04:08. Archivado en Liturgia


Jesus saiu caminhando... O caminho é o lugar dos encontros surpreendentes, do diálogo com o diferente. A itinerância é o modo próprio de Jesus viver e, também o dos discípulos.

Ao mover-se de um lugar a outro Jesus encontra diversas pessoas e acolhe todas, sem estereótipos ou julgamentos.

Toda saída implica deixar para trás muitas coisas é um novo êxodo, pois implica despojamento e confronto. Precisamos passar de um olhar auto-referencial e moralizador para um outro mais fraterno e humano.

“Ao sair caminhando, veio alguém correndo...”. O encontro dá-se no caminho de Jesus para Jerusalém, e quem se aproxima correndo, como fustigado por uma urgência implacável é um jovem. Não veio a Jesus como os outros, oprimido pela enfermidade, mas a partir de uma inquietude interior: “O que fazer para ganhar a vida eterna”?

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APARECIDA: A MÃE QUE NOS ACOMPANHA... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

12.10.18 | 04:34. Archivado en Liturgia

O Papa Francisco, em uma homilia proferida no Santuário Nacional de Aparecida, convidou a nos deixar surpreender constantemente por Deus . Deus espera que nos deixemos “surpreender por seu amor, que acolhamos as suas surpresas”.

O Papa nos mostrou como modelo de surpresa a história do Santuário: três pobres pescadores depois de um dia inteiro sem apanhar peixe encontram, nas águas do Rio Paraíba, a imagem da Senhora Aparecida. Sabemos que os pescadores, após encontrarem a imagem milagrosamente, têm uma pesca abundante e conseguem o que precisavam para atender ao conde de Assumar.

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27º DTC: O CASAMENTO É UM MOMENTO, MAS O MATRIMÔNIO É UM PROCESSO... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

06.10.18 | 04:41. Archivado en Liturgia

O Mestre Jesus, em sua itinerância missionária, depara-se com diferentes perguntas sobre aspectos da vida, pessoal ou comunitária. Todas são uma ocasião privilegiada para anunciar a Boa Notícia do Reino.

Neste domingo, Jesus não foca tanto na questão do divórcio, quanto à dignidade da mulher. Ele não tolera uma lei machista na qual o marido pode abandonar a esposa como se fosse uma mercadoria; situa o homem e a mulher em pé de igualdade. Desativa o machismo que leva a considerar a mulher como “propriedade” do homem.

A atitude de Jesus é coerente com toda sua trajetória: seu posicionamento decidido a favor dos “últimos”, dos “pequenos”, das “crianças”, das mulheres... Por tudo isso, não é casual que, depois deste relato apareça a cena de Jesus abraçando as crianças.

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50 parlamentares brasileiros listados como anti-indígenas...

04.10.18 | 04:55. Archivado en Atualidade

Estas pessoas não são dignas de representar o povo brasileiro na política nacional:

Arthur Lira, deputado (PP-AL)
Lucio Vieira Lima, deputado (PMDB-BA)
Eunício Oliveira, senador (PMDB-CE)
Rose de Freitas, senadora (PMDB-ES)
Roberto Balestra, deputado (PP-GO)
Ronaldo Caiado, senador (DEM-GO)
Weverton Rocha, deputado (PDT-MA)
Edison Lobão, senador (PMDB-MA)
Leonardo Quintão, deputado (PMDB-MG)
Newton Cardoso Jr, deputado (PMDB-MG)
Aelton Freitas, deputado (PR-MG)
Marcos Montes, deputado (PSD-MG)
Bonifácio José Tamm de Andrada, deputado (PSDB-MG)
Domingos Sávio, deputado (PSDB-MG)
Antonio Anastasia, senador (PSDB-MG)
Dagoberto Nogueira, deputado (PDT-MS)
Luiz Henrique Mandetta, deputado (DEM-MS)
Tereza Cristina, deputado (PSB-MS)
Carlos Marun, deputado (PMDB-MS)

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