Terra Boa

O Retrato de São Francisco Xavier... (Ir. Epifânio Barbosa SJ)

03.12.18 | 04:57. Archivado en Jesuítas

São Francisco Xavier foi fidalgo, cavaleiro, nobre, estudante, penitente, jesuíta, missionário, catequista, herói, desbravador… santo! Esses níveis de competência, encontrados no Padroeiro das Missões, têm muito a ensinar-nos e podem ser lidos como lição perpétua de como a vivência da competência em chave de humildade fará dos cristãos verdadeiros e felizes servidores da missão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O fidalgo São Francisco Xavier mostra-nos que a família em que nascemos e nos criamos é a base para a construção do caráter reto e da plena moral.

O cavaleiro São Francisco Xavier propicia-nos refletir sobre nossas batalhas diárias, sobre as lutas que travamos a cotidiano para o bem maior e para a felicidade dos que nos cercam.

O nobre São Francisco Xavier propõe-nos um trato com os demais que deve sempre ser marcado por galhardia, alteridade, ânimo e abnegação.

O estudante São Francisco Xavier nos faz perceber que a aprendizagem é coisa de toda a vida e da vida toda.

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Carta del P. General sobre la causa de beatificación del P. Pedro Arrupe...

14.11.18 | 12:56. Archivado en Jesuítas


Queridos hermanos:

Tengo la alegría de comunicar a todo el cuerpo religioso y apostólico de la Compañía de Jesús que ha comenzado oficialmente el proceso hacia una posible beatificación del P. Pedro Arrupe, 28º Superior General de la Compañía de Jesús. Desde ahora, por tanto, ya es considerado “Siervo de Dios”. La causa se ha puesto en marcha en el Vicariato de Roma, lugar de su muerte. Después de haberlo orado y considerado atentamente, la Compañía ha pedido el inicio de este discernimiento eclesial sobre la heroicidad de sus virtudes.

Durante los últimos meses, al informar sobre esta intención en diversos lugares a los que he viajado, he podido comprobar personalmente lo vivo que se encuentra el recuerdo y el legado del P. Arrupe. Elocuentes e incluso emotivas cartas postulatorias recibidas de todo el mundo confirman este deseo presente en diversos sectores de la Iglesia, donde se reconoce su fama de santidad; una fama espontánea, estable y continua.

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INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556): itinerância geográfica e percurso interior... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

31.07.18 | 02:09. Archivado en Jesuítas

Inácio de Loyola foi um homem dos tempos novos, agitados, turbulentos e transbordantes de novidades que punham em questão o que até então ele recebera. Após sua conversão, um novo “movimento”começa em sua vida e ele passa a viver a aventura do peregrino, com deslocamentos,internos e geográficos. Torna-se peregrino do Absoluto.

Em marcha, sem encurtar os passos, o peregrino avança livre, sem deixar-se aprisionar por nada nem por ninguém. Essa peregrinação interna e geográfica o torna mais humano e religioso.

Nas suas andanças descobrirá que não há uma “Terra Santa”, privilegiada, mas há uma maneira santa de caminhar sobre a terra. É a nossa maneira de proceder na terra que a torna sagrada.

O equilíbrio do corpo, o equilíbrio do nosso psiquismo, o equilíbrio de nossa vida espiritual depende deste enraizamento dos nossos pés.E se as raízes forem sadias, toda a árvore será sadia. É por aí, pois, que devemos começar os nossos cuidados.

A tradição dos Padres do Deserto diz que todos nós temos os pésvulneráveis, muitas vezes feridos e maltratados. Precisamos sermos cuidados e curados no nível de nossos pés; passar dos“pés inchados e feridos”aos “pés alados”.

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INÁCIO DE LOYOLA (1491-1556): itinerância geográfica e percurso interior... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

31.07.18 | 02:09. Archivado en Jesuítas

Inácio de Loyola foi um homem dos tempos novos, agitados, turbulentos e transbordantes de novidades que punham em questão o que até então ele recebera. Após sua conversão, um novo “movimento”começa em sua vida e ele passa a viver a aventura do peregrino, com deslocamentos,internos e geográficos. Torna-se peregrino do Absoluto.

Em marcha, sem encurtar os passos, o peregrino avança livre, sem deixar-se aprisionar por nada nem por ninguém. Essa peregrinação interna e geográfica o torna mais humano e religioso.

Nas suas andanças descobrirá que não há uma “Terra Santa”, privilegiada, mas há uma maneira santa de caminhar sobre a terra. É a nossa maneira de proceder na terra que a torna sagrada.

O equilíbrio do corpo, o equilíbrio do nosso psiquismo, o equilíbrio de nossa vida espiritual depende deste enraizamento dos nossos pés.E se as raízes forem sadias, toda a árvore será sadia. É por aí, pois, que devemos começar os nossos cuidados.

A tradição dos Padres do Deserto diz que todos nós temos os pésvulneráveis, muitas vezes feridos e maltratados. Precisamos sermos cuidados e curados no nível de nossos pés; passar dos“pés inchados e feridos”aos “pés alados”.

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Pate-papo do Papa Francisco com os jesuítas do Perú...

25.02.18 | 05:55. Archivado en Jesuítas

No final do seu primeiro dia no Peru, em 19/JAN, o Papa foi à igreja de São Pedro, (século XVI), e na imensa e bela sacristia se encontrou com mais 100 jesuítas.

1. Os jesuítas do Peru estão comprometidos com as questões relacionadas à reconciliação e à justiça. Agora, parece que as forças políticas chegaram inesperadamente a um acordo, e a reconciliação aparece como um chamado para todos. Propõe-se uma reconciliação sem que tenha havido um processo. Minha pergunta é: Que elementos levar em consideração quando queremos uma reconciliação? Sentimos que a palavra “reconciliação” foi manipulada, e sentimos que está sendo proposta uma justiça que não foi bem preparada. O que pensa sobre isso? A palavra “reconciliação” não é apenas manipulada, também está queimada. Atualmente – não apenas aqui, mas também em outros países de América Latina –, a palavra reconciliação foi enfraquecida. Quando São Paulo descreve a `reconciliação´ de todos nós com Deus, em Cristo, quer usar uma palavra forte. Hoje, entretanto, a “reconciliação” tornou-se uma palavra qualquer. Hoje, negocia-se debaixo dos panos.
Eu diria que não devemos tocar o circo, mas também não chutá-lo. Devemos dizer aos que usam a `reconciliação´ em seu sentido enfraquecido: usem-na vocês, nós não vamos usar uma palavra que hoje está queimada. Devemos continuar trabalhando para reconciliar as pessoas, com a arma da oração, que é a que nos vai dar força e fazer milagres, mas acima de tudo com a arma humana da persuasão. A persuasão age com humildade.

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Padre Alonso Barzana SJ (1530-1597)...

22.02.18 | 05:17. Archivado en Jesuítas
Na sua viagem ao Chile e ao Perú, no início do ano, o Papa Francisco falando aos jesuítas lembrou do Pe. Alonso Barzana (Bar Shana, descendente de judeus?). Mas, quem foi esse grande e para nós desconhecido missionário? O Padre Alonso Barzana (*1530/Espanha) entrou na Companhia de Jesus aos 25 anos de idade, e foi um dos primeiros jesuítas a chegar ao Peru, 1569. Nessa cumprida e complicada viagem missionária começou a estudar a língua indígena quéchua, que acabará por dominar perfeitamente. Em 1572 encontramos o Pe. Barzana em Cuzco, onde tentou catequizar sem sucesso o chefe inca Tupac Amarú (no desenho acima). No ano seguinte, está em La Paz, na fundação do colégio. Em 1574 se encontra em Arequipa e Potosí pregando em quéchua, e um ano depois se encontra já na região do lago Titicaca, pregando em aymara. O que Anchieta foi no Brasil, Barzana foi no Perú, Bolívia e Paraguai.

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JESUÍTA NOMEADO BISPO AUXILIAR DE ROMA...

29.11.17 | 18:43. Archivado en Jesuítas

JESUÍTA NOMEADO BISPO AUXILIAR DE ROMA...

O Papa Francisco acaba de nomear Bispo Auxiliar para a Diocese de Roma o Pe. Daniele Libanori SJ (*1953), que foi de 2003 a 2016 reitor da nossa igreja do Gesù em Roma, e atualmente é reitor da igreja de San Giuseppe dei Falegnami, no Fórum Romano.

"Diante da notícia do pedido do Papa senti uma grande surpresa e depois medo", disse ele. "Eu leio este compromisso na linha de grande atenção ao clero... Não é um ministério administrativo, mas para lidar com as pessoas, um por um. A principal dificuldade de um padre? Excesso de trabalho, que muitas vezes o distrai da oração, do cuidado de si, da vivência de amizades sadias. É importante fazê-lo sentir que vale a pena, que é amado, que o Senhor não se enganou ao chamá-lo, que vale a pena ser padre".

Pe. Libanori cuidará do clero de Roma e dos diáconos permanentes. A sua ordenação episcopal está agendada para 13/JAN/2018, na Basílica de São João de Latrão.

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19/OUT: São João de Brébeuf sj (1593-1649) e Companheiros, mártires no Canadá...

19.10.17 | 05:23. Archivado en Jesuítas

Hoje lembramos a santidade e o martírio de oito jesuítas franceses, padres e irmãos, missionários entre os indígenas iroqueses do Canadá. Provavelmente essa foi a missão mais difícil que a Companhia de Jesus realizou na sua história.

A região dos Grandes Lagos, entre Estados Unidos e o Canadá, era habitada por indígenas muito violentos. No século XVI britânicos e franceses iniciaram a colonização do Canadá; uns foram para o Noroeste; outros para Sudeste. Contudo, os índios Iroqueses não aceitaram essa situação e se colocaram em guerra contra os Hurons, que estavam acolhendo os jesuítas franceses...

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03/OUT: São Francisco de Borja SJ (1510-1572)...

03.10.17 | 05:40. Archivado en Jesuítas

Francisco de Borja é uma figura ímpar na lista dos santos; nascido numa família poderosa e rica (era bisneto do Papa Alexandre VI e do rei Fernando II de Aragón, Duque de Gandia, sua cidade natal e Vice-rei da Catalunha...) serviu generosamente o imperador Carlos V de Espanha. Casou com uma nobre portuguesa, Eleonor de Castro Melo e Menezes, e tiveram oito filhos: Carlos, Isabel, João, Álvaro, Fernando, Afonso, Joana e Doroteia.

Como "grande de Espanha", escoltou o corpo da imperatriz Isabel de Portugal, esposa belíssima do Imperador, de Toledo até Granada, onde seria enterrada. O cortejo real fúnebre foi lento e durou 15 dias. O protocolo exigia que fosse aberto o caixão, para ser reconhecido o cadáver. Quando Borja viu o efeito da morte sobre o corpo daquela que tinha sido uma bela e poderosa mulher, ficou estarrecido e decidiu "nunca mais servir a um senhor que me possa morrer..." Isso aconteceu em 1539.

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Dia 7/SET: Princesa Joana de Áustria (1536-1573), da Companhia de Jesus…

07.09.17 | 04:39. Archivado en Jesuítas

Dona Joana de Áustria, filha do Imperador Carlos V, irmã do rei Felipe II, de Espanha, casou-se aos 16 anos, com o príncipe herdeiro de Portugal: Dom João, que contava então 15 anos de idade.

As grandes ordens religiosas contam com uma rama feminina: beneditinas, franciscanas, dominicanas, agostinianas, etc. menos a Companhia de Jesus. Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas, teve seus motivos para não estabelecer uma comunidade de “jesuitinas”. Mais ainda, nas Constituições da Ordem deixou clara essa sua decisão.

Não foi por machismo ou misoginia que Inácio fez isso, mas por motivos apostólicos. Inácio de Loyola mostrou sempre um grande apreço pelas mulheres e algumas delas foram muito achegadas a ele.

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29/AGO: Pe. Jean Codure SJ (1508-1541), do grupo de Inácio de Loyola...

29.08.17 | 04:00. Archivado en Jesuítas

João Codure, nasceu no sul da França e faleceu em Roma, no dia 29/AGO/1541. Foi o último a incorporar-se ao grupo dos primeiros companheiros de Santo Inácio de Loyola, junto com Paschasio Broet e Cláudio Jayo. Fez os Exercícios Espirituais, em Paris, orientado pelo Pe. Pedro Fabro.

Por pregar o evangelho em Pádua/Itália, coisa que fazia muito bem, foi encarcerado.

Um dia, Margarida de Áustria, filha do imperador Carlos V, o escutou e mudou radicalmente de vida, deixando de lado a vida frívola dos Farnese e dedicando-se mais aos pobres e necessitados.

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27/AGO: Dom Luciano Mendes de Almeida SJ (1930-2006): A caridade em pessoa...

27.08.17 | 04:13. Archivado en Jesuítas

Dom Luciano Mendes de Almeida foi uma figura impar, e que marcou brilhantemente a Igreja no Brasil. Ele teve uma atuação extraordinária que o projetou em toda a América Latina e em diversos países da Europa, especialmente na Itália. Figura admirável: inteligente, memória prodigiosa, homem cheio de qualidades, mas sem dúvida alguma, o traço mais marcante de dom Luciano foi sua caridade.

Ele foi nomeado bispo Auxiliar de S. Paulo, pelo Papa Paulo VI, e depois Arcebispo de Mariana, por João Paulo II. Ele exerceu diversos mandatos na CNBB: Secretário Geral (1979-1988) e Presidente (1987-1995).

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