Terra Boa

Víctimas de la dictadura militar argentina, a los altares… (P. Juan Carlos Rengucci PSSC)

19.11.18 | 04:48. Archivado en Religião

Las derechas van trinar con la beatificación de don Angelelli… (Papa Francisco)

Nos encontramos con la grata noticia que Monseñor Enrique Angelelli será beatificado no início do próximo ano. O Papa Francisco aprobó el decreto con el cual reconoce su martirio “en odio a la fe”. El cual lo elevará a los altares junto a sus compañeros de la diócesis de La Rioja: los sacerdotes Carlos Murias y Gabriel Longueville, el laico Wenceslao Pedernera. Todos ellos asesinados en la época de gran represión militar argentina que fue la última dictadura militar (1976-1983)

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Carta del P. General sobre la causa de beatificación del P. Pedro Arrupe...

14.11.18 | 12:56. Archivado en Jesuítas


Queridos hermanos:

Tengo la alegría de comunicar a todo el cuerpo religioso y apostólico de la Compañía de Jesús que ha comenzado oficialmente el proceso hacia una posible beatificación del P. Pedro Arrupe, 28º Superior General de la Compañía de Jesús. Desde ahora, por tanto, ya es considerado “Siervo de Dios”. La causa se ha puesto en marcha en el Vicariato de Roma, lugar de su muerte. Después de haberlo orado y considerado atentamente, la Compañía ha pedido el inicio de este discernimiento eclesial sobre la heroicidad de sus virtudes.

Durante los últimos meses, al informar sobre esta intención en diversos lugares a los que he viajado, he podido comprobar personalmente lo vivo que se encuentra el recuerdo y el legado del P. Arrupe. Elocuentes e incluso emotivas cartas postulatorias recibidas de todo el mundo confirman este deseo presente en diversos sectores de la Iglesia, donde se reconoce su fama de santidad; una fama espontánea, estable y continua.

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32ª DTC: AS MOEDAS DO CORAÇÃO NÃO FAZEM RUÍDO... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

10.11.18 | 04:02. Archivado en Liturgia


Embora o relato deste domingo se reduz a poucos versículos, tem uma profundidade enorme. É o melhor resumo do evangelho: toda a parafernália religiosa externa não tem nenhum valor espiritual; o único que importa é o interior de cada pessoa.

Vivemos a cultura da superficialidade e da aparência e perdemos o caminho do coração; carecemos de interioridade, carecemos de humanidade.

Este simples relato deixa clara a crítica de Jesus à religião de seu tempo (e a de todos os tempos). N’Ele destaca-se a diferença entre o cumprimento de normas e a vivência interior, entre os ritos e a experiência de Deus. Ainda não aprendemos a lição. Hoje continuamos dando mais importância ao externo que a uma atitude interior. Nós mesmos continuamos dependentes da vaidade e da aparência e não da atitude vital, de onde flui nossa vida.

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San Romero de América... (cf. Pe. Juan Carlos Rengucci PSSC)

07.11.18 | 12:18. Archivado en Religião

...Si denuncio y condeno la injusticia es porque es mi obligación como pastor de un pueblo oprimido y humillado (D. Romero)

El legado romeriano que dejó como servicio a la Iglesia estuvo guiado siempre por el Evangelio y en las opciones pastorales enraizadas en la fe cristiana, tomadas de varias fuentes doctrinales, donde encontró criterios fundamentales para decir que la Iglesia no vive para si misma, sino encarnada en medio de su pueblo.

A San Romero de América, en su época, la realidad le hizo de contexto en los años de su ministerio y a pesar de los varios componentes, como lo fueron la conservadora estructura eclesial, el también conservador entorno social que rodeaba al arzobispado de San Salvador, un clero y un laicado comprometidos con las exigencias de justicia, y un país sumido en la pobreza y la violencia. Todas estas realidades fueron una constante interpelación para San Romero, y lo obligaron a hacer que su postura fuera cada vez más cercana a la realidad de su país y a su relación con el Dios de Jesús. El aceptar el desafío de romper con la dicotomía entre mundo e Iglesia dio lugar a una amplia actuación con muchas facetas, interpretaciones y reflexiones para poder dejar de ser una Iglesia encerrada en si misma y en teorías doctrinales.

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31º DTC: Todos os santos/as... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

03.11.18 | 04:53. Archivado en Liturgia

"Alegrai-vos e exultai, porque é grande a vossa recompensa nos céus” (Mt 5,12)

No dia em que a Igreja faz memória de todos os Santos e Santas, a liturgia escolhe sabiamente o evangelho das Bem-aventuranças; projeto de realização e de felicidade sem limites. É um programa de vida para alcançar a beatitude, a vida ditosa e bem-aventurada... Felizes! A primeira coisa que Jesus deseja é que sejamos felizes...

Jesus não faz referência às práticas religiosas, rituais ou doutrinas, mas à vida e vida plena centrando-se nos outros, e colocando-os acima dos próprios interesses.

“Bem-aventurança”, em hebraico, quer dizer “em marcha”; infelicidade é estar imobilizado, parado sobre a própria imagem, memórias ou sofrimentos... Por isso a bem-aventurança consiste em dar um passo a mais a partir do lugar onde estamos. Cada uma das bem-aventuranças é um convite para caminhar.

Jesus nos convida a nos colocar em movimento, e sair de nossa paralisia e fixação; colocarmos em marcha através de nossa sede e fome de justiça, dos lutos que temos de superar e das oposições que temos de enfrentar... A vida é movimento e as bem-aventuranças possibilitam a passagem de uma vida suportada para uma vida plenamente assumida.

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03/NOV: BEATIFICAÇÃO DE MADRE CLÉLIA MERLONI...

03.11.18 | 04:46. Archivado en Liturgia

No dia 03/NOV, na Basílica de São João de Latrão, em Roma, Beatificação de Madre Clélia Merloni, a Apóstola do Amor.

Em 1988 abriu-se a causa de beatificação de Madre Clélia Merloni. O milagre que passou por minuciosa análise foi assim:
O médico brasileiro Dr. Pedro Ângelo de Oliveira Filho foi, repentinamente, atingido por uma progressiva paralisia dos quatro membros e foi hospitalizado, com urgência, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. O diagnóstico foi de paralisia ascendente progressiva, chamada síndrome de Landry ou GuillainBarré. Em dias, a paralisia piorou para insuficiência respiratória aguda e atingindo a glote, causando grande dificuldade em engolir. Os médicos suspenderam os tratamentos e informaram que seria a última noite do paciente.

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Dia 2/NOV: FINADOS... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

02.11.18 | 13:45. Archivado en Liturgia

Somos filhos da Luz; criaturas procedentes das entranhas d’Aquele que é Plenitude e Presença. Filhos e filhas de Deus, daí o nosso desejo de eternidade. Na Eternidade não há passado nem futuro, só Presente.

Ao nascer, começamos a existir, mas já estávamos na mente e no coração de Deus; existir é ser no tempo. Ao morrer, deixamos de existir, mas não deixamos de ser; somos “aspirados” para dentro do coração oceânico de Deus Pai/Mãe.

Isso celebramos cada 2 de novembro: a vida ressuscitada dos que adormeceram em Deus. No “Dia de Finados” re-cordamos (visitamos de novo com o coração), na oração e no afeto, os que amamos e deixaram este mundo. Apesar de sua ausência física, pela fé sabemos que a morte não tem nunca a última palavra. De fato, a morte é a passagem para a Vida sem fim, pois nosso Deus não é Deus de mortos, mas de vivos, porque para Deus, todos vivem.

A experiência cristã da morte parte de uma revelação básica: Deus não quer a morte, mas a vida e a vida plena para toda pessoa humana.“Tu perdoas a todos, porque são teus, Senhor, amigo da vida” (Sb 11,26). Somos convidados à confiança em Deus, renunciando toda pretensão de querer controlar nossa existência; somos movidos a reconhecer que os momentos cruciais de nossa vida foram “dom de Deus”, mais que planificada construção nossa. Morrer é o processo pelo qual nos “reintegramos” na Vida que sempre fomos.

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Um antepassado meu padre: José Fernández Cigoña...

01.11.18 | 04:29. Archivado en Atualidade

Eu queria ser visto e lido pela história...
Um sobrinho, Salvador F. de la Cigoña Fraga, me enviou um e-mail dizendo: tio, você não é o único sacerdote da família, e anexava uma fotocópia do jornal El Católico. Periódico religioso y monárquico, de Madri, com data de 9/MAR/1853, ano XIV, n° 4250...

Que grande alegria! Lá, saindo do nevoeiro da história, estava o meu antepassado e xará José Fernández Cigoña, sendo destinado pelo bispo ao curato (pequeno povoado pastoreado por um padre), de Santa Maria de Andallón, município de Las Regueras (lugar de rios e regatos, e entre eles o Andallón, afluente do Nalón...), na antiga diocese de Oviedo/Espanha.

O Município de Las Regueras, nos idos de 1853, tempos da Regente Rainha Isabel II, contava apenas com 4.000 habitantes, distribuídos em diversos "curatos", entre eles o de Santa Maria de Andallón. Seus habitantes se dedicavam à pequena agropecuária familiar. Para um povoado simples, um simples padre!

O referido jornal de 1853, depois de falar de uma política nacional liberal e pouco respeitosa dos valores religiosos, dá algumas notícias sobre a vida católica: morte de um sacerdote, entrada de 5 jovens para a vida religiosa, roubo de objetos sacros numa igreja, visita do cardeal de Toledo a um hospital e por fim as nomeações a partir de uma terna apresentada pela Câmara Eclesiástica Diocesana, e entre elas a do meu digno antepassado, padre diocesano, José Fernández Cigoña... Quem foram seus pais? Seus irmãos e irmãs?... Isso ainda não o sabemos, mas lembro que naquela época os Fernández de la Cigoña, naturais de Avilés (Paróquia de são Nicolás de Bari), pertenciam naturalmente à diocese de Oviedo.

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30º DTC: TECENDO OLHARES... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

27.10.18 | 04:26. Archivado en Liturgia

Detenhamo-nos em alguns detalhes que o evangelista Marcos deixa transparecer no evangelho deste domingo. O cego Bartimeu é o símbolo da marginalização: está fora do caminho, parado, percebendo como os outros vão passando, dependendo de suas esmolas, à beira do caminho, à mercê da indiferença dos viandantes; um ser humano de quem ninguém queria se aproximar porque era tido também como impuro; um cego sem companhia.

Bartimeu não ficou resignado com sua situação; daí o grito quando percebe que Jesus passa por perto. Não tem outro meio de chamar a atenção de Jesus, senão gritando. Muitas pessoas próximas se irritam e mandam calar a boca, mas ele grita mais alto.

Jesus é aquele que ouve, para e chama o cego interrompendo bruscamente a sua caminhada apressada

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Éxodo Hondureño hacia el Norte del Continente... (Cias México)

26.10.18 | 04:03. Archivado en Atualidade


Como Centro de Investigación y Acción Social “Jesuitas por la paz”, nos pronunciamos por el derecho a la movilidad social sin fronteras de los hermanos centroamericanos, en especial del pueblo de Honduras, y animamos a mostrar la hospitalidad que como mexicanos siempre nos ha caracterizado. Reconocemos que las causas de esta migración tienen que ver con la violencia, el desempleo y la corrupción que vive dicho país desde hace décadas.

Se trata de una situación sin precedentes en nuestro continente, que muestra el fracaso de un modelo económico importado desde las élites económicas, inspirado en el liberalismo que ha llevado a una desigualdad social en América cada vez más insoportable. Hoy las partes olvidadas deciden buscar el amparo de las partes concentradoras de la riqueza en su legítimo derecho de una vida humana.

Este acontecimiento migratorio de escala bíblica, muestra que es imposible desarrollar una parte del cuerpo descuidando a la otra, priorizando una región y olvidando otra. Así, tarde o temprano, las partes olvidadas se rebelarán para acceder a los recursos deseados y de los que han sido privados. Todos los pueblos están conectados, lo que pasa en un punto afecta a otro.

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29º DTC: IGREJA, comunidade de servidores... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

21.10.18 | 04:38. Archivado en Liturgia

Jesus caminha para Jerusalém, e vai revelando as consequências de sua entrega em favor dos últimos e excluídos. Todo aquele que investe sua vida a serviço dos pobres foi tocado pelo Espírito Santo.

Marcos anuncia três vezes a Paixão de Jesus, e revela o preço da fidelidade ao Reino de Vida. Ao descrever, depois de cada anúncio, a resistência e a incompreensão dos discípulos, está nos advertindo sobre a dificuldade do seguimento. No primeiro anúncio, Pedro quer desviar Jesus do caminho que o levará à Cruz e à morte; no segundo, os discípulos discutem sobre quem será o maior entre eles. Hoje, no terceiro anúncio da Paixão, dois irmãos, Tiago e João, pretendem buscar os melhores lugares no Reino. O Mestre e seus seguidores não estão na mesma onda.

Com razão, os outros dez se indignaram provavelmente por se encontrar na mesma dinâmica. Tentavam manipular o projeto de Deus em próprio proveito. Jesus desmascara a trama oculta da busca do poder:“Sabeis que os chefes das nações as oprimem e os grandes as tiranizam”. Desejam caminhar com Jesus, mas carregam também no coração outros anseios. Jesus convida todos ao serviço e à solidariedade. O Deus que Ele nos revelou é o Deus que se faz presente naqueles que não tem voz nem vez.

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Cisma na Igreja Ortodoxa...

18.10.18 | 04:30. Archivado en Religião

Aconteceu o que já se previa. O Patriarca Bartolomeu de Constantinopla concedeu a autocefalia (independência de Moscou) à Igreja ortodoxa ucraniana. É um direito que as Igrejas ortodoxas têm, e que após a invasão e apropriação russa da Crimeia e do Leste da Ucrânia depender `religiosamente´ de Moscou parecia uma traição nacional e uma infâmia religiosa.

O Patriarcado de Moscou ficou furioso com esta decisão do Patriarca de Constantinopla e rompeu a comunhão fraterna com Bartolomeu.

Pelo contrário, o Presidente da Ucrânia Poroshenko pulou de alegria, e viu nisso uma autodeterminação também política do seu país em relação à Rússia: Foi uma vitória do bem sobre o mal!

O Patriarcado de Moscou, do qual até agora dependia a igreja de Ucrânia, não reconhecerá essa nova autocefalia,

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