Terra Boa

Dia 31/AGO: O Patriarca de Moscou visita o Patriarca Ecumênico de Constantinopla (Istambul)

30.08.18 | 13:48. Archivado en Religião

Kirill, Patriarca de Moscou é uma velha raposa, muito próximo do Presidente russo e bastante distante de tudo que seja um ecumenismo saudável. Sabemos que no dia 31/AGO Kirill fará uma visita ao grande Patriarca Bartolomeu, de Constantinopla (Istambul) para superar problemas internos da ortodoxia. O Patriarca Bartolomeu é muito próximo do Papa Francisco.

O problema é que a Igreja ucraína deseja ter uma autonomia (`autocefalia´), sem depender de Moscou. Lembremos que Rússia não aceitou facilmente a separação da Ucrânia, e ainda agora se apoderou da península de Crimeia, por ter lá muitas pessoas de língua russa. Constantinopla, Moscou e Kiev (que seria a sede do novo patriarcado ucraniano) se tornaram um triângulo perigoso. O peixe mais gordo e explosivo é Moscou. E no meio dessa briga nada `fraterna´ está o Papa Francisco, sem se intrometer mas acompanhando fraternalmente tudo.

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21º DTC: As palavras sempre rompem alguma coisa... (cf. P. A. Palaoro SJ)

25.08.18 | 04:10. Archivado en Liturgia

As palavras que vos falei são espírito e vida...” (Jo 6,63)

Estamos no final de Jo 6. Chega a hora do desenlace e a alternativa é clara: abrir-se à verdadeira Vida ou permanecer enredados numa vida atrofiada. No mundo de hoje “tomam-se mais decisões por não tomá-las (que já é uma decisão) do que por tomá-las”por acomodação, medo ou inércia.

As palavras de Jesus entraram em choque com a mentalidade vigente; era inadmissível uma mensagem tão exigente e libertadora. Suas palavras romperam mentalidades fechadas e modos arcaicos de viver.

Hoje corremos o risco de “adocicar” as palavras de Jesus. Com frequência transformamos Suas Palavras de Vidaem um conjunto de ritos, doutrinas e normas, para serem manipuladas segundo nossos critérios. Mas, a Palavra desestabiliza e questiona a normalidade doentia de nossa vida. “Palavra dura. Quem consegue escutá-la?”

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Um oceano de ódio queria impedir a participação do Pe. Martin no EMF...

24.08.18 | 21:39. Archivado en Atualidade

O Pe. Jesuíta James Martin falou hoje no Encontro Mundial das Famílias, sobre como as Paróquias devem e podem acolher mais e melhor as pessoas LGBT.

Após vencer grandes pressões, `oceanos de ódio´, de católicos extremistas em contra da sua participação no EMF, não só foi o poente mais esperado, mas contou também com uma imensa plateia interessada em ouvi-lo. Ele disse:

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ASSUNÇÃO DE MARIA: plenitude do encontro... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

17.08.18 | 15:29. Archivado en Liturgia

“Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?...”

Na festa da Assunção de Maria, a liturgia nos propõe aprofundar o sentido do encontro a partir da contemplação deste horizonte inspirador: a Visitação. Os ícones que expressam esta visita, nos apresentam duas mulheres vinculadas, unidas por um abraço, um beijo, e uma mesma alegria. Elas se revelam mestras da “cultura do encontro”.

Maria e Isabel: duas mulheres cheias de Deus; ambas grávidas, e de modo surpreendente. Elas carregam uma novidade que as supera. Uma, mãe do Messias, e a outra, do arauto dele. Cada uma partilha e reconhece o mistério de Deus na outra.

A Visitação desperta prazer e alegria. Alegria fecunda ligada a dois nascimentos que vão mudar a história de seu povo e da humanidade.

Deus se infiltra no cotidiano e naquilo que não tem maior relevância, ou seja, a vida diária de duas mulheres. Quebra-se assim a centralidade do Templo. Elas festejam as maravilhas do Senhor em um lugar simples, numa região montanhosa, numa casa de família simples. O maravilhoso e extraordinário no corriqueiro e simples.

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19º DTC: Pão da vida... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

11.08.18 | 04:03. Archivado en Liturgia

Quem come deste pão viverá eternamente...” (Jo 6, 51)
Continuamos com Jo 6, e aumenta a tensão entre os judeus daquela época e Jesus. À medida que Jesus aprofunda no seu ensinamento, aparece a enorme diferença entre a tradição judaica e a Boa Nova de Jesus. E surgem as doentias `murmurações´: “Começaram a `murmurar´ contra Jesus”.

`Murmuravam´ porque Jesus havia dito: “eu sou o pão vivo descido do céu”. Jesus recorda que o povo esteve contra Moisés nos momentos difíceis do deserto, e agora também não confiam nas suas próprias palavras.

A `murmuração´se expressa de inúmeras maneiras, formando uma montanha de ressentimentos e críticas ácidas... `Murmurar´ é contraproducente. A `murmuração´ leva aum afastamento maior.Quem `murmura´ acaba achando-se a pessoa mais incompreendida, rejeitada, negligenciada e desprezada do mundo. E em coração carregado de `murmurações´ e queixas, o Espírito de Deus não tem como agir. Com isso, a pessoa se blinda, tornando-se rígida e fechada em suas posições.

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Nota do Cimi repudia declarações do General Hamilton Mourão, Vice de Bolsanaro...

09.08.18 | 04:31. Archivado en Atualidade

O general da reserva Hamilton Mourão se manifestou, 7/AGO, a respeito das declarações feitas por ele – nas quais afirmou que o Brasil herdou a “indolência” dos índios e a “malandragem” dos negros–, durante reunião da Câmara de Indústria e Comércio de Caxias do Sul (RS).

Diante de tamanha aberração, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) divulgou seu posicionamento e protesto a respeito da fala deste candidato a vice-presidência. Eis a NOTA:

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A graça da vocação...

08.08.18 | 14:00. Archivado en Espiritualidade

Em zigue-zague caminhava totalmente perdido pelas estradas do mundo... Meu ponto de partida ficava distante, imerso na penumbra do tempo, e já não mais se via. Na minha frente, mil e uma possibilidades, mas todas elas perdidas. O tudo era nada e o nada maliciosamente era tudo! Assim era a minha vida!

Como criança rebelde, amava o primeiro que via. Era o momento, fragmentos de uma existência... Não me saciavam! Quantas vezes convertia-me naquilo que avistava e, quando me olhava percebia assustado que estava vazio. Nada! Nada havia! Apenas um imenso deserto me ocupava...

Tudo era relativo, menos os meus desejos... Nada sobressaia do meio das coisas. Que monotonia sem igual! E as pessoas? Objetos iguais aos outros e se alguém destacava, brilhava por pouco tempo. Quantas vezes me perdi em sonhos sem sentido e em fantasias loucas... O barulho me envolvia continuamente como líquido amniótico. O único que consegui, nesse longo caminho, foram algumas feridas... Você me entende? Só feridas! Oh! vida sem sentido, luz que não ilumina, água que me foi dada e não sacia!... Onde está a fonte?

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18ª DTC: O PÃO QUE SUSTENTA VIDAS... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

04.08.18 | 04:03. Archivado en Liturgia

Continuamos no evangelho de S. João.Jesus entra diretamente em discussão com os judeus na sinagoga de Cafarnaúm. É o início de uma discussão longa e dura, na qual Jesus vai aprofundando as exigências do seuseguimento.Radicaliza o discurso, e aumenta a distância dos seus ouvintes. O processo é: entusiasmo, dúvida, desencanto, oposição, rejeição, abandono.

Alguns O buscavam porque comeram pão, até ficarem saciados. O “sinal” tinha sido um convite a compartilhar, mas eles não perceberam. Esvaziaram o sinal de seu conteúdo, pois eles só estavam atrás do alimento material. Não buscavam a Ele, mas o pão que Ele lhes deu.

“Eu sou o pão da Vida”.A Vida que Jesus promete não vem de fora e de maneira espetacular, como o maná no deserto. Ela se manifesta no cotidiano, como amor descentrado, como partilha dos dons,

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Nota de repúdio do SJMR contra as difamações e ameaças em Boa Vista/RR...

03.08.18 | 14:42. Archivado en Atualidade

NOTA DE REPÚDIO

O Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados (SJMR), o Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida (OLMA), toda a Rede de Promoção da Justiça Socioambiental da Província dos Jesuítas do Brasil e inúmeras instituições de apoio REPUDIAM as difamações e ameaças que o SJMR e seus colaboradores vem sofrendo por parte de pessoas xenofóbicas e racistas, na cidade de Boa Vista – Roraima -Brasil.

O Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados, fundado em 1980 e caracterizado por sua presença marcante e humanitária em aproximadamente 50 países dos cinco continentes, instalou-se em Boa Vista (RR) no ano de 2017, com apoio e parceria da Diocese de Roraima e demais instituições que atuam na defesa e promoção dos migrantes e refugiados naquela região como auxilio para o tratamento adequado frente a crise migratória venezuelana e suas consequências em território brasileiro.

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