Terra Boa

Carta aos pais de homossexuais...

25.06.18 | 04:10. Archivado en Atualidade

Prezados pais,

Os seus filhos são um presente de Deus criador a vocês e à humanidade, assim como a vida de todo ser humano. E vocês são para eles um instrumento da Providência divina para que tenham vida, afeto, educação e valores.

Nós chamamos a Deus de ‘Pai’, conforme a nossa tradição judaico-cristã. Usamos a nossa linguagem e experiência humanas para nos dirigirmos a alguém que ultrapassa os limites do mundo e da nossa vivência. Também reconhecemos nele os traços da ternura materna. A experiência do amor incondicional, que os pais proporcionam, é fundamental para o despertar da fé e para uma sadia relação com Deus.

Ter filhos homossexuais lhes remete à complexa realidade da diversidade sexual. Ao longo da história e em diferentes culturas, esta questão foi tratada de vários modos.

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11º DTC: O REINO É VERDE... (Pe. A. Palaoro SJ)

16.06.18 | 04:03. Archivado en Liturgia

“O Reino de Deus é como quando alguém espalha a semente na terra; ... e a semente vai germinando e crescendo, mas ele não sabe como isso acontece” (Mc 4,26-27)

Todas as religiões se servem de relatos para revelar a verdade e fazer chegar até nós a sabedoria dos antepassados. A revelação mais antiga e universal é que a Terra e todas as suas criaturas são sagradas.

Como cristãos, seguimos Jesus Cristo, que a Terra, nossa casa comum, acolheu com amor. Os Evangelhos destacam a boa relação que Ele teve com a Terra: Caminhos andados, campos semeados, vento semelhante ao Espírito, árvores das parábolas do Reino, vinhas, figueiras... Jesus experimentou também a dureza da Terra, o calor do deserto, a tempestade acalmada, frio, chuva, brigas, doença, morte...

O ritmo da natureza inspirou Jesus para anunciar que o Reino também tem seu ritmo. Não somos nós que levamos o Reino, mas é nossa missão ajudar a desvelá-lo (tirar o véu) na vida humana. O Reino alcança a todos; ninguém fica excluído.

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10º DTC: POR QUE TEMOS MEDO DE QUEM É DIFERENTE?... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

09.06.18 | 23:25. Archivado en Liturgia

Jesus foi desconcertante! Desconcertou sua família, pois o considerava louco; desconcertou àqueles que o acusavam de “blasfemo”, de “Belzebu”, de “escandaloso”. Jesus desconcertou todos até o final de sua vida, que foi o mais desconcertante. Ele assumiu uma postura diferente frente ao contexto social, religioso e político no qual viveu. Jesus não se “encaixou” em nenhum grupo e deixou transparecer sua liberdade frente às leis e às tradições de seu povo... Por isso foi crucificado.

Numa sociedade corrupta e deformada quem se ajusta ao modo de proceder e de pensar da maioria, não desconcerta ninguém. Jesus viveu deslocamentos contínuose se fez presente em diversos lugares; sua vida se ampliou, sua mente se abriu, e seu coração se expandiu. Seus parentes em Nazaré continuaram vivendo como sempre, Jesus se fez itinerante.

Os deslocamentos de Jesus são um apelo para nossas posturas fechadas e visões preconceituosas... Sem alteridade regenerante caímos no confinamento de uma ortodoxia enrustida, e de um legalismo estéril e nada fraterno. Não queremos impor, mas apenas propor.

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A INTRANSIGÊNCIA PETRIFICA...

02.06.18 | 04:35. Archivado en Liturgia

No Evangelho deste domingo, Jesus desmascara uma patologia do espírito, uma enfermidade da alma chamada de intransigência, e que se expressa em preconceito, intolerância, fanatismo, racismo, indiferença, legalismo, moralismo, matando toda possibilidade de encontro, sobre tudo com os “diferentes”.

O intransigente, porque é vazio de humanismo, deixa transparecer uma visão fechada da realidade. Esta visão atrofiada, a partir do lugar e da posição social ou religiosa que ocupa, leva a um enfrentamentocom outros por razões ideológicas, políticas ou religiosas, em lugar de compreender as verdades latentes que há em todo ser humano.

O roteiro que rege o intransigente é simples: consciente ou inconscientemente, ele divide a humanidade em dois grupos que considera radicalmente opostos. De uma parte, estamos “nós”, que nos encontramos na verdade e somos merecedores de atenção; de outra, se encontram “os outros”, que estão forçosamente equivocados. Só resta eliminá-los, ou afastá-los da presença para que não “contaminem” o ambiente com ideias e atitudes subversivas. O que transparece é: “nós” temos a verdade; “eles” estão errados.

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Lunes, 12 de noviembre

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