Terra Boa

Ameerah Al-Taweel: princesa saudita...

30.04.18 | 04:09. Archivado en Atualidade

Você conhece Ameerah Al-Taweel, princesa da Arábia Saudita? Ela é bonita, simpática e irmã do rei; contudo, é o retrato de uma mulher que rompeu com as regras sociais do seu país.

Ela tem 34 anos, e foi uma das primeiras mulheres do seu país a dizer não ao véu, aparecendo com roupas ocidentais, embora mantendo um toque oriental. Para ela, toda mulher deve se vestir como quiser.

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A Arquidiocese de Mariana/MG e a diocese de Paranavaí/PR têm novos bispos...

29.04.18 | 14:03. Archivado en Atualidade


A Arquidiocese de Mariana/MG e a diocese de Paranavaí/PR têm novos bispos...

O Papa Francisco nomeou Bispo da diocese de Paranavaí o Pe. Mário Spaki (*1971), do clero da diocese de Ponta Grossa/PR, até então Secretário-executivo do Conselho Episcopal Regional Sul 2 da CNBB, com sede em Curitiba.

Ao mesmo tempo, o Papa Francisco aceitou a renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese de Mariana (MG), apresentada por Dom Geraldo Lyrio Rocha (*1942).

O novo Arcebispo Metropolitano de Mariana é Dom Airton José dos Santos (*1956), que será transferido da sede metropolitana de Campinas/SP.

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5º DTP: CONECTADOS À VIDA... (Pe. A. Palaoro SJ)

28.04.18 | 13:57. Archivado en Liturgia

Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira...” (Jo 15,4)

Se há algo que caracteriza nosso tempo é a consciência de ser rede-comunhão-interconexão. Tudo está interconectado na globalidade que vivemos; formamos parte de um todo.

Este tempo pede de nós “uma espiritualidade da conexão”, experiência da Unidade, de estender pontes entre culturas, raças, sexos, crenças religiosas, ideologias, de romper fronteiras, de estreitar laços, de criar espaços acolhedores... Sair de nossos pequenos círculos para criar vínculos com tantas pessoas, grupos, organizações sociais e movimentos que buscam a globalização da solidariedade, da interconexão responsável, da comunhão universal.

A imagem da videira e dos ramos, no Evangelho de hoje, revela a teia das relações, das inter-dependências e da comunhão de todos com a Fonte originária de tudo. Pertencemos a uma comunidade cósmica de vida. Estamos relacionados com todas as criaturas e com o próprio Criador, alimentados pela mesma seiva divina, que tudo sustenta com sua mão providente. Há uma unidade fundamental que perpassa todas as partes do universo, na forma de uma “rede”.

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4º DTP: JESUS BOM PASTOR...

21.04.18 | 04:07. Archivado en Liturgia

A partir deste 4º Domingo de Páscoa, a liturgia se afasta dos relatos das aparições do Senhor, mas não sai do tema pascal. O tema do Bom Pastor: dar a Vida, está profundamente sintonizado com o tempo de Páscoa. Jesus está vivo e comunica Vida à comunidade.

Crer e anunciar a Ressurreição é confiar na Vida que já não morre. Somos chamados a proclamar que há algo mais além da vida limitada e frágil. A morte foi vencida. Viver a Páscoa significa apostar pela qualidade de vida. Paira por todo lado uma falta de cuidado para com tudo e todos. Jesus foi o “homem-do-cuidado” e deixou aos seus seguidores esse mesmo estilo de vida. O evangelista Marcos diz com extrema finura: Ele fez bem todas as coisas! (Mc 7,37).

A cada dia o Pai chama as criaturas pelo nome e as convoca à vida: águas fluem, animais procriam, astros retomam seu curso e o ser humano acorda para cumprir suas tarefas. A Criação se refaz de crepúsculo em crepúsculo e de aurora em aurora.

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Propostas para os futuros presbíteros...

19.04.18 | 13:34. Archivado en Atualidade

Candidatos ao Noviciado/2018 dos jesuítas do Brasil...
Estava em Itaici, quando um jovem de 22 anos me disse que gostaria de entrar na vida religiosa. Pensei: Deus trabalha sem parar, a pesar de nossas limitações e fragilidades.

Sabemos que os MCS não valorizam nosso celibato. Parece, até, como se a nossa “vida afetivo-sexual” ficasse à vista de todos. São muitos os que se posicionam contra, argumentando teses já sabidas: imposição desumana, atentado aos direitos pessoais, hipocrisia generalizada, etc. E no em tanto, no meio desse mar agitado, Deus continua chamando pessoas para a vida consagrada e ministerial.

A primeira reação diante dos “casos escandalosos” que surgem nos MCS não deve ser o do pânico ou da censura, mas o da sensatez. Não adianta esconder notícias que se filtram por toda parte nem podemos colocar os jovens vocacionados numa “estufa”, protegendo-os da opinião pública. A liberdade de expressão é um valor, e a impossibilidade de controle faz inviável falsos recursos protetores.

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A difícil tarefa dos relacionamentos humanos...

17.04.18 | 04:48. Archivado en Atualidade

A integração pessoal e a pacificação interior não são fáceis. As decepções são frequentes e profundas. Os relacionamentos não são consistentes e, logo depois dos primeiros contatos, o desencanto brota no coração. Não somos o que queremos nem os outros nos preenchem satisfatoriamente. Somos distorcidos, e escondemos por pouco tempo nossos defeitos e manias. Somos complexos em demasia. E se não nos entendemos, como poderemos compreender o mistério dos outros? Os relacionamentos humanos são frágeis e artesanais.

Ao mesmo tempo, somos profundos nos sentimentos e superficiais nas consequências que derivam deles. Se entra de cheio em novos relacionamentos, que se perdem com o tempo. O desgaste afetivo é enorme, aumentando progressivamente os desenganos amorosos.

Conheço muitas pessoas rotas por dentro, necessitadas de gratuidade e carinho. Como levantar a cabeça e não entrar em desesperos existenciais com tamanhos desencontros?

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3º DTP: RESSURREIÇÃO, ENCONTROS RE-CONSTRUTORES...

14.04.18 | 04:11. Archivado en Liturgia

Poderemos fazer a experiência de abrir o coração àqueles que vivem nas mais variadas periferias existenciais... Quantas situações de precariedade e sofrimento presentes no mundo atual! Quantas feridas gravadas na carne de muitos que já não têm voz, porque o seu grito foi esmorecendo e se apagou por causa da indiferença dos povos ricos. A Igreja sente-se chamada a cuidar destas feridas, aliviá-las com o óleo da consolação,enfaixá-las com a misericórdia e tratá-las com a solidariedade e a atenção devidas (Papa Francisco – Misericordiae Vultus)

Se quisermos que a nossa vida cristã tenha a marca da Ressurreição, o convite é este: sair do próprio túmulo para viver encontros carregados de vida. É preciso remover as pedras que foram soterrando a vida dentro de nós e romper os muros que cercam nosso coração; é necessário compreender que somos chamados a um compromisso diferente e mais profundo: destravar portas e janelas, sair da reclusão de nossas casas para entrar na grande “casa” de Deus; romper com o tradicional para acolher a surpresa; deixar a “margem conhecida” para vislumbrar o “outro lado”; afastar a “pedra” da entrada do coração para poder viver os encontros com mais criatividade.

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País dividido...

06.04.18 | 15:51. Archivado en Acerca del autor

O país está dividido. De um lado os militantes do PT, amigos do ex-presidente Lula, e do outro a classe dominante. Não é o dinheiro que os separa, nem a cor, mas ideologias adversas e chocantes: Você está comigo ou contra mim? Não há meio termos!

Hoje é o dia “D” de um processo permeado de claros e escuros, amores e ódios: São Bernardo do Campo versus Curitiba; a cor vermelha contra a amarela... Alguns seguem aquele provérbio: “o quanto pior, melhor!” E torcem para que Lula não se entregue à Polícia Federal em Curitiba e espere ser preso no Quartel Geral do Sindicato dos Trabalhadores, em São Bernardo do Campo/SP.

Líderes sindicais, parlamentares de esquerda, prefeitos e governadores petistas arroupariam o seu líder contra a força prepotente da lei e da polícia...

O que fazer: Entregar-se ou resistir...

O que você faria?


RESSURREIÇÃO: ENCONTROS RE-CONSTRUTORES...

04.04.18 | 04:39. Archivado en Liturgia

“Poderemos fazer a experiência de abrir o coração àqueles que vivem nas mais variadas periferias existenciais... Quantas situações de precariedade e sofrimento presentes no mundo atual! Quantas feridas gravadas na carne de muitos que já não têm voz, porque o seu grito foi esmorecendo e se apagou por causa da indiferença dos povos ricos. A Igreja sente-se chamada a cuidar destas feridas, aliviá-las com o óleo da consolação,enfaixá-las com a misericórdiae tratá-las com a solidariedadee a atençãodevidas”(Papa Francisco – Misericordiae Vultus)

Se quisermos que a nossa vida cristã tenha a marca da Ressurreição,o convite é este: “sair do próprio túmulo”para viver “encontros carregados de vida”. É preciso remover as pedrasque foram soterrando avidadentro de nós e romper os murosque cercam nosso coração; é necessário compreender que somos chamados a um compromissodiferente e mais profundo: destravar portas e janelas, sair da reclusão de nossas casas para entrar na grande “casa”de Deus; romper com o tradicional para acolher a surpresa; deixar a “margem conhecida”para vislumbrar o “outro lado”; afastar a “pedra”da entrada do coração para poder viver os encontros com mais criatividade.

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1º DTP: MULHERES PORTADORAS DE PERFUMES... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

01.04.18 | 13:08. Archivado en Liturgia

Maria Madalena e Maria, a mãe de Tiago e Salomé, compraram perfumes para ungir o corpo de Jesus. E bem cedo, no primeiro dia da semana, ao nascer do sol, elas foram ao túmulo... (Mc 16,1-2)

As mulheres revelam uma presença fundamental nos relatos da Páscoa. Elas seguiram e serviram Jesus com seus bens pelos caminhos da Galileia (Lc 8,1-3) e permaneceram fiéis até o final. São testemunhas da fidelidade nas situações limite. Frente à traição e a ausência dos discípulos, as mulheres foram significativas por sua lealdade. Enquanto o grupo de homens se trancou, elas optaram pelo enfrentamento da realidade, vencendo o medo.

Destas mulheres que foram ao sepulcro na manhã de Páscoa levando perfumes podemos aprender como enfrentar os acontecimentos com sabedoria e audácia.

Elas são as mulheres “mirróforas”, portadoras de perfumes, que madrugaram para ungir o corpo de Jesus. São conscientes do tamanho da pedra e de sua impossibilidade de removê-la, mas isso não é obstáculo para fazer memória d’Aquele que abriu para elas um horizonte de sentido. A alusão ao “primeiro dia da semana” e o “nascer do sol” acompanham a entrada delas em cena, na madrugada da Páscoa: estamos no começo da Nova Criação e a luz da Ressurreição as envolve em seu resplendor.

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Miércoles, 26 de septiembre

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