Terra Boa

1º DTQ: DESERTO, tempo de des-velamento interior... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

18.02.18 | 04:35. Archivado en Liturgia

Ao iniciarmos a Quaresma, um lugar que continuamente será citado e que vai aparecer com frequência nos textos, reflexões e orações, é o “deserto”. Deserto que faz parte de nossas vidas: espaço de silêncio, de busca, de despojamento; lugar que nos faz tomar consciência das coisas essenciais que dão sentido à nossa existência; ambiente privilegiado para o encontro com o Deus.

Como humanos precisamos passar por experiências de despojamento, de esvaziamento, de vulnerabilidade, de crise para poder suavizar nosso coração e fazer-nos mais expansivos.

O “deserto” é o lugar das perguntas e do discernimento; ele nos sacode e nos desnuda, porque desmascara nossas falsas seguranças. O deserto nos conduz para o Fundo estável e sereno, nossa “casa” e verdadeira identidade. Quando o percurso é vivido adequadamente, é provável que no final possamos dizer como Kierkegaard, “eu teria me afundado se não tivesse ido ao Fundo”. Se somos sinceros, adentrar-nos em nosso “eu profundo” não é fácil e até sentimos medo.

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Dia 15/FEV: Inauguração da igreja dos mártires coptas assassinados na Líbia...

15.02.18 | 04:32. Archivado en Liturgia

No dia 15/FEV/2015 o Estado Islâmico decapitava 21 homens cristãos egípcios, numa praia da Líbia. Muitos de nós ficamos estarrecidos com tamanha crueldade. Três anos depois, a igreja cristã Copta lhes dedica uma igreja, pois os tem como santos mártires que deram suas vidas por Jesus. E nós, católicos, nos unimos fraternalmente a esta comemoração...

A igreja foi construída no povoado de Al Our, perto da cidade de Samalut, Egito, de onde procediam a maioria dos 21 mártires.

Esses homens trabalhadores foram sequestrados na Líbia a princípios do mês de janeiro daquele ano.

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Mensagem do Papa por ocasião da CF/2018...

14.02.18 | 13:40. Archivado en Religião

Fraternidade e superação da violência” é o tema da Campanha para a Quaresma, em 2018. O Evangelho de Mateus inspira o lema: “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8).

A Campanha foi lançada oficialmente nesta Quarta-feira de Cinzas e tem como objetivo geral: “Construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência”.

Estamos estarrecidos com a violência imperante. A ética que norteava as relações sociais está esquecida. Hoje, temos corrupção, morte e agressividade nos gestos e nas palavras. Aumenta a crença em nossa incapacidade de vivermos como irmãos.

Eis na íntegra a mensagem do Papa:

Queridos irmãos e irmãs do Brasil!

Neste tempo quaresmal, de bom grado me uno à Igreja no Brasil para celebrar a Campanha “Fraternidade e a superação da violência”, cujo objetivo é construir a fraternidade, promovendo a cultura da paz, da reconciliação e da justiça, à luz da Palavra de Deus, como caminho de superação da violência. Desse modo, a Campanha da Fraternidade de 2018 nos convida a reconhecer a violência em tantos âmbitos e manifestações e, com confiança, fé e esperança, superá-la pelo caminho do amor visibilizado em Jesus Crucificado.

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A VIDA QUE RESSURGE DAS CINZAS... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

14.02.18 | 04:23. Archivado en Liturgia

Outra Quaresma que chega! E alguém pode, com certo ar de rotina, multiplicar referências ao deserto, ao jejum, à esmola e à oração, com o risco da regularidade de tudo o que, na vida, é habitual.

No entanto, a Quaresma litúrgica é tempo pedagógico e terapêutico para preparar as entranhas e mobilizar o nosso coração frente o acontecimento central de nossa fé, a Páscoa. Tempo que provoca uma sacudida em nossa apatia, em nosso andar por inércia...

Antes de empreender o caminho quaresmal é necessário inclinar um pouco a cabeça e receber o perfume de nossas cinzas. Tal e como Jesus nos recomenda no Evangelho de hoje, não se trata de des-figurar nosso rosto, mas de nos deixar trans-figurar.

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As escolas de samba criticam nossos políticos...

13.02.18 | 12:23. Archivado en Atualidade

O Carnaval/2018 recuperou o espírito crítico com a classe política do país. E isso, não apenas na rua, mas também nos sambódromos do Rio e de São Paulo. As escolas de samba levaram para a avenida críticas sociais contundentes e muito diretas. O caso mais marcante foi o da Paraíso do Tuiuti, de São Cristovão/Rio com o samba enredo Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?

O enredo, escolhido por concurso, tratou da exploração do homem pelo homem. Fazer uma pessoa trabalhar uma jornada de 12 horas, por um salário mínimo e com direitos mitigados, é perpetuar a escravidão...

O último carro veio com um vampiro vestido com a faixa presidencial, que lembrava o presidente Michel Temer.

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6º DTC: CONTÁGIOS QUE SALVAM... (Cf. Pe. A. Palaoro SJ)

10.02.18 | 05:08. Archivado en Liturgia

Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão, tocou no leproso... (Mc 1,41
Jesus desvela sua personalidade. Autoridade e compaixão são dois atributos de Deus que Jesus deixa transparecer no encontro com doentes e excluídos.

Marcos revela também a superioridade de Jesus em relação à Lei. Ele não depende da Lei para fazer o bem ou para reintegrar o ser humano no convívio social e religioso. Pois, a Lei é (e deveria ser sempre) para o bem das pessoas

Jesus não duvida em transgredir a lei quando a vida está em perigo; mesmo sabendo que Ele se fazia “impuro” ao tocar no leproso. O motivo de sua atuação é só a compaixão. A compaixão se transforma em palavra eficaz que devolve a vida ao homem enfermo e marginalizado.

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Quando o discrepar é uma bênção…

10.02.18 | 04:45. Archivado en Atualidade

Até faz pouco tempo discrepar na Igreja era uma maldição. A Cúria Romana, com seus senhores absolutos, caía de cheio na vida desses (ou dessas) coitados, destroçando-os. Essa militância inquisitorial diminuiu sensivelmente nos últimos anos, mas continua viva em algumas pessoas qualificando os `rebeldes´ de sacrílegos e extra ecclesia. É continuam queimando-os na fogueira do descrédito público e eclesial. Foi o que há pouco aconteceu com o cardeal alemão Reinhard Marx (*1948), Arcebispo de Munique e Frisinga, sendo acusado pelo austríaco cardeal Paul Josef Cordes (*1934), ex-presidente do Conselho Pontifício Cor Unum, por o primeiro abrir um caminho para `possíveis´ “bênçãos” a casais gays.

Antes, o magistério era monocromático, e não admitia excepções, hoje percebemos que o magistério serve para muitos, mas não para todos. Há uma diversidade de `cores´ e de sentimentos na criação de Deus. Por isso me parece muito atrevido dizer que “a iniciativa do Cardeal Marx ignora a revelação de Deus...” Ignora uma tradição da Igreja.

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Una-se a esta campanha: 90 anos de D. Pedro Casaldáliga...

06.02.18 | 13:18. Archivado en Atualidade

Há uma campanha em andamento para que o Papa Francisco telefone a dom Pedro pelo seu 90º aniversário, no 16/FEV, e eu me uno cordialmente a ela.

Este `profeta do Araguaia´, dinâmico no seu ministério, amigo dos pobres e indígenas, asustadiço dos grandes e poderosos, vive agora sentado numa cadeira de rodas, silenciado pelo "irmão parkinson".

Um telefonema do Papa seria o maior presente para este lutador infatigável que um dia até fez tremer o grande João Paulo II; e um modo elegante da Igreja se reconciliar com este pobre pastor idoso que viveu corajosamente o espírito do Concílio Vaticano II.

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5º DTC: CASA, LUGAR DO ENCONTRO E DO SERVIÇO... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

03.02.18 | 04:22. Archivado en Liturgia

O Evangelho de Jesus é experiência de casa, de encontro e comunhão, de palavra para todos, lugar aberto à novidade do Reino.

No relato de hoje, Jesus desloca-se da sinagoga, lugar oficial da religião judaica, à casa, onde se vive a vida cotidiana, junto aos entes mais queridos. Nessa casa vai sendo gestada a nova família de Jesus. As comunidades cristãs devem recordar que não são um lugar religioso onde se vive da Lei, mas um lar onde se aprende a viver de maneira nova em torno a Jesus.

A primitiva comunidade dos seguidores e seguidoras de Jesus não começou formando uma nova religião instituída, mas uma federação de casas abertas, a partir dos pobres e para os pobres, criando redes de comunicação e de vida fraterna, casas-família, impulsionadas pelo testemunho e presença do Espírito do mesmo Jesus. “Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e possuíam tudo em comum... partiam o pão pelas casas e tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração” (At. 2,44-46).

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30/JAN: Mary Ward (1585-1645), mulher corajosa e encantadora...

30.01.18 | 04:30. Archivado en Liturgia

Mary Ward viveu há mais de 400 anos, mas ainda lembramos dela. Mulher encantadora, fundadora da Congregação de Jesus, teve uma vida marcada por perseguições religiosas em seu país natal, a Inglaterra e também por parte da Igreja católica.

Mary, mulher corajosa e santa, fundou um Instituto religioso avançado para seu tempo. Sabia que Deus a conduzia por caminhos novos, diferentes daqueles vividos pela vida religiosa de então. Ela fez o ramo feminino da Companhia de Jesus! O que os jesuítas faziam, estas mulheres quiseram fazer. Assim, pois, com um grupo de fiéis companheiras, Mary Ward deu início a um novo tipo de vida consagrada feminina na Igreja: Mulheres apostólicas!

Num tempo de congregações enclausuradas, ela colocou suas religiosas em missão e na rua.

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30/JAN: Mary Ward (1585-1645), mulher corajosa e encantadora...

30.01.18 | 04:30. Archivado en Liturgia

Mary Ward viveu há mais de 400 anos, mas ainda lembramos dela. Mulher encantadora, fundadora da Congregação de Jesus, teve uma vida marcada por perseguições religiosas em seu país natal, a Inglaterra e também por parte da Igreja católica.

Mary, mulher corajosa e santa, fundou um Instituto religioso avançado para seu tempo. Sabia que Deus a conduzia por caminhos novos, diferentes daqueles vividos pela vida religiosa de então. Ela fez o ramo feminino da Companhia de Jesus! O que os jesuítas faziam, estas mulheres quiseram fazer. Assim, pois, com um grupo de fiéis companheiras, Mary Ward deu início a um novo tipo de vida consagrada feminina na Igreja: Mulheres apostólicas!

Num tempo de congregações enclausuradas, ela colocou suas religiosas em missão e na rua.

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Ícone Salus Populi Romani, padroeira de Roma...

28.01.18 | 12:41. Archivado en Religião

O ícone da Padroeira de Roma, Salus Populi Romani, retrata a Santa Mãe de Deus tendo nos braços o Menino Jesus abençoando.

A solenidade do traslado do Ícone é realizada todos os anos por ocasião do último domingo de janeiro e quer expressar um agradecimento pelos séculos de presença do Ícone na Basílica de Santa Maria, a Maior, e pelas inúmeras bênçãos distribuídas pela Padroeira de Roma.

O ícone mariano de Salus Populi Romani é um dos mais antigos e venerados particularmente pelos romanos, invocando sua proteção em meio às tribulações da vida.

O Papa Francisco é devoto da Salus Populi Romani. Logo após sua eleição como Papa, ele dirigiu-se até a Basílica para venerar o piedoso ícone, e sempre, antes e depois de cada Viagem Apostólica internacional, o ele dirige-se à Basílica para um momento de oração e oferta de flores.

A celebração litúrgica deste domingo, contou com a presença de Francisco, e coincide com a exposição do ícone que acaba de ser restaurado nos "Laboratórios de Restauração dos Museus Vaticano". Com essa restauração foi possível resgatar a beleza original que havia sido ofuscada ao longo dos séculos.

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Lunes, 19 de febrero

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