Terra Boa

ASCENSÃO: Descer em direção ao mundo... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

27.05.17 | 04:30. Archivado en Liturgia, Formação

Os onze foram para a Galileia, ao monte que Jesus lhes tinha indicado... (Mt 28,16)

Hoje culmina o tempo de páscoa com a celebração da festa da Ascensão de Jesus. “Ressurreição”, “Ascensão”, “sentar-se à direita de Deus”, “envio do Espírito Santo”, são realidades pascais, e constituem um só “mistério” que está fora do alcance dos sentidos e do nosso conhecimento.

O mistério pascal é tão rico que não podemos abarcá-lo com uma única imagem.

Os três dias para a Ressurreição, os quarenta dias para a Ascensão, os cinquenta dias para a vinda do Espírito Santo são tempos teológicos, e revelam presenças significativas de Deus, se manifestar.

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Uma história emocionante e verídica: Tommy...

26.05.17 | 05:47. Archivado en Espiritualidade

Um dia, estava eu de pé na porta da sala, esperando meus alunos entrarem para o nosso 1º dia de aula. Foi aí que vi Tom, pela primeira vez. Não consegui evitar que meus olhos piscassem de espanto. Ele tinha cabelos longos e muito louros que batiam uns 20 cm abaixo dos ombros. Eu nunca vira um rapaz com cabelos tão longos.

Acho que a moda estava apenas começando nessa época. O que importa não é o que está fora, mas o que vai por dentro da cabeça, pensei, mas confesso que fiquei chocado. Logo classifiquei Tom com um ‘E’ de ‘estranho’, muito estranho! E ele acabou se revelando como o ‘ateu da turma’ no meu curso de Teologia. Constantemente fazia objeções e questionava a possibilidade de existir um Deus-Pai que nos amasse incondicionalmente. Convivemos em relativa paz durante o semestre, embora admito que às vezes ele era bastante incômodo.

No fim do curso, ele se aproximou e me perguntou, num tom ligeiramente irônico:
- O senhor acredita mesmo que eu possa encontrar Deus algum dia?

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24/MAI: Nossa Senhora da Estrada...

24.05.17 | 05:39. Archivado en Liturgia

Desde os primeiros séculos, os cristãos pediam a proteção da Virgem Maria quando viajavam, pois ela conheceu de perto os perigos das estradas, ao fugir para o Egito carregando o Menino nos braços e acompanhada do bom José. Naqueles tempos, viajar era uma aventura arriscada que podia custar a própria vida. A cada passo, uma dificuldade: deserto, mato fechado, pântanos, rios, bandidos, feras selvagens... Tantos contra tempos, daí o Nossa Senhora, valei-me!

A invocação a Nossa Senhora da Estrada começou no século XIII, na Itália. Um desconhecido colocou um quadro com Maria e o menino Jesus, numa velha capelinha à beira da estrada que ligava Roma ao interior. O povo logo a chamou de Nossa Senhora da Estrada.

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O presidente Trump encontra o Papa no Vaticano…

23.05.17 | 15:31. Archivado en Atualidade

O encontro do Papa Francisco e o presidente americano R. Trump não foi fácil de entrar nas agendas dos líderes mundiais. Por fim, se marcou o dia 24/MAI, às 8h30, um pouco antes do encontro multitudinário do Papa com os fieis na praça São Pedro. Um horário nada privilegiado para um presidente que não gosta de madrugar.

Trump e Francisco, dois líderes mundiais que tem estilos antagônicos de ser e viver.

Se seguimos a imagem da meditação das 2 Bandeiras, nos Exercícios Espirituais, um empunharia uma e o outro a contrária.

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Reforma da Cúria Romana...

22.05.17 | 04:28. Archivado en Religião

Nada te turbe, nada te espante...

Faz tempo que não se fala publicamente dessa bendita reforma da Curia Romana do Vaticano, tão necessária e desejada. Não é fácil limpar e organizar organismos seculares acostumados a funcionar poderosamente e por inércia quase imperial. Contudo, tenho ficado com os olhos e ouvidos bem abertos por se escutava algum murmúrio diferente vindos de anjos diferentes...

Partilho, pois, fraternalmente inspirações e sussurros escutados ao pé do ouvido (e sem nenhuma referência oficial):

1. A Reforma da Cúria Romana do Vaticano está sendo processada paulatinamente, e virá sem estrondo, como brisa suave, por meio de uma Constituição dogmática do Papa. A proposta já teria chegado às reuniões privativas das Conferências episcopais e se aguarda o retorno do posicionamento oficial das Conferências;

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Dia 20/MAI/1521: Inácio de Loyola cai ferido em Pamplona...

20.05.17 | 04:09. Archivado en Jesuítas


No dia 20/MAI/1521 Inácio de Loyola caiu ferido, por uma bombarda, defendendo o castelo da cidade de Pamplona...

"Sob o mando do prefeito da cidade Herrera e o capitão Íñigo López de Loyola, após 12 longas horas de bombardeio, o capitão Loyola caiu gravemente ferido, e a guarnição que defendia o castelo se entregou. Se prometeu aos vencidos que respeitariam sua integridade, mas a população pamplonesa, furiosa pelos bombardeios indiscriminados, quis atacar os soldados, por isso os feridos foram levados para fora da cidade...

Íñigo López de Loyola, com uma perna destroçada, foi vigiado pelo soldado navarro Esteban de Zuasti, e foi este quem curou suas feridas e acompanhou Íñigo até a casa familiar, em Loyola.

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6º DTP: ESPÍRITO SANTO: “desbloqueador” de interioridades... (Pe. A. Palaoro SJ)

20.05.17 | 04:08. Archivado en Liturgia

O evangelho deste domingo nos apresenta a Páscoa como promessa e esperança do Espírito Santo, o “Paráclito” (defensor/consolador) dos seguidores de Jesus. Jesus mesmo tinha sido o ‘Paráclito’ de seus discípulos, mas agora envia seu Espírito para ser presença interior e companhia.

A Páscoa é Presença de Deus em nós. Presença que desvela nossa identidade e nossa verdade mais profunda: filhos(as) amados(as) do Pai.

O Evangelho de João é uma verdadeira catequese do “Espírito da verdade”, pois atua na intimidade das pessoas, des-velando sua originalidade interior no serviço aos outros. Não é uma doutrina a ser buscada nos livros dos teólogos ou nos documentos da hierarquia. É algo muito mais profundo. Jesus diz que “ela vive conosco e está dentro de nós”. É alento, força, luz, amor que chega do mistério último de Deus.

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Acidentes e percalços... (Autobiografia de S. Inácio de Loyola)

20.05.17 | 03:58. Archivado en Jesuítas

Chegou o dia em que se esperava o assalto. Então se confessou com um de seus companheiros de armas. Depois de durarem um bom tempo os tiros de artilharia, uma bombarda lhe acertou numa perna e a quebrou toda. A bala lhe passou entre as pernas, deixando a outra também bastante ferida (Autob. 1)

Há experiências inesquecíveis que lembramos com detalhes e não se apagam facilmente, mesmo com o passar do tempo. Datas memoráveis, significativas que deram novo empurrão e significado à própria vida. O que parecia ser uma desgraça se transformou, misteriosamente, numa grande graça.

Todos guardamos com carinho algumas dessas datas na nossa biografia.

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Reforma da Cúria Romana...

19.05.17 | 04:33. Archivado en Atualidade


Faz tempo que não se fala publicamente dessa bendita reforma da Curia Romana do Vaticano, tão necessária e desejada. Não é fácil limpar e organizar organismos seculares acostumados a funcionar poderosamente e por inércia quase imperial. Contudo, tenho ficado com os olhos e ouvidos bem abertos por se escutava algum murmúrio diferente vindos de anjos diferentes...

Partilho, pois, fraternalmente inspirações e sussurros escutados ao pé do ouvido (e sem nenhuma referência oficial):

1. A Reforma da Cúria Romana do Vaticano está sendo processada paulatinamente, e virá sem estrondo, como brisa suave, por meio de uma Constituição dogmática do Papa. A proposta já teria chegado às reuniões privativas das Conferências episcopais e se aguarda o retorno do posicionamento oficial das Conferências;

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16/MAI: Santo André Bobola SJ (1591-1657), padroeiro da Polônia...

16.05.17 | 04:18. Archivado en Jesuítas

André nasceu na Polônia, 1591, de pais nobres e cristãos. Aos vinte anos, ingressou no Noviciado dos jesuítas de Vilna, Lituânia. Como padre, André foi um homem de paz numa época de guerras violentas entre poloneses, russos e cossacos.

Além do conflito político, havia naquela época também o religioso: católicos, ortodoxos e protestantes sentiam-se mais inimigos do que irmãos. Nesse cenário complexo o Pe. André Bobola desenvolveu o seu apostolado. Todos, católicos ou não, admiravam a coragem deste homem de Deus.

Uma revolta dos cossacos, a serviço do Império Russo e inimigos da Polônia, desencadeou uma perseguição político-religiosa sem precedentes. Igrejas, conventos e seminários foram incendiados e os católicos, torturados e martirizados. Todavia, o Pe. André Bobola não desistiu do seu ministério, até que um dia os cossacos o capturaram e, lhe infligiram um dos martírios mais cruéis da história... Ferido e coberto de sangue, jogaram-no numa estrumeira. Uma hora mais tarde, o capitão, passando por lá, mata-o com um golpe de sabre no pescoço...

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Crise da Meia-Idade...

14.05.17 | 04:53. Archivado en Espiritualidade

Muito se tem falado e escrito sobre a crise experimentada por aqueles que se aproximam da metade da vida. A idade madura é caracterizada por determinantes específicos tais como força pessoal, eficiência no trabalho, responsabilidade, interioridade e nas mulheres, sobre tudo e também, por certas repercussões fisiológicas e psicológicas particulares. Os posicionamentos afetivos, vividos nas etapas precedentes, passam, agora, a serem percebidos de modo diferente, quando não se conta mais com a energia e a força da vontade, inerentes à juventude. Entre 40 e 50 anos, somos chamados a vivenciar novos relacionamentos, mais profundos e complexos que os anteriores, por ser maior o campo de visão. Quando diminuem as próprias forças, podemos confiar mais nos outros e também em Deus.

Na primeira metade da vida a maioria das pessoas luta, teimosamente, por se abrir para o mundo exterior, privilegiando as mediações do corpo e do ativismo. Desse modo, se pretende encontrar o sentido da vida.

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5º DTP: VIVER COMO RESSUSCITADOS... (cf. Pe. A. Palaoro SJ)

13.05.17 | 04:25. Archivado en Liturgia

O evangelho deste domingo não descreve uma aparição do Ressuscitado, mas é o mesmo Ressuscitado que se apresenta e fala para a comunidade dos seus seguidores. Aquele que fala é o Vivente, e a sua voz não é aquela de um morto, mas a voz da Vida.

O contexto deste evangelho é o discurso de despedida de Jesus na Última Ceia. Ele havia anunciado a traição de Judas, a negação de Pedro, o anúncio da partida... Tudo isso deixou os discípulos desconcertados, abatidos e com medo.

Jesus sente a tristeza e a perturbação dos seus discípulos, e dirige-lhes palavras para animá-los, fortalecê-los e devolver-lhes o horizonte de vida.

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Martes, 30 de mayo

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